Criminosos instalam ‘chupa-cabra’ em caixa eletrônico do Bradesco em Pilar do Sul

FOTOS: SERGIO SANTOS / Clique para ampliar
PUBLICADO ÀS 15H14 - ATUALIZADO ÀS 22H36

Pelo menos um dos cinco caixas eletrônico do Banco Bradesco de Pilar do Sul é suspeito de ter sido adulterado por criminosos que teriam instalado um apetrecho eletrônico, conhecido por ‘chupa-cabra’, com a finalidade de se apossar de senhas e dados bancários para, assim, conseguir desviar ou sacar dinheiro dos clientes do banco que fica na Rua Cel. Moraes Cunha, no centro.

A engenhoca foi descoberta no início da tarde deste sábado, 28, depois que clientes tiveram dificuldade de efetuar operações em um dos caixas e ligaram para a Polícia Militar. Uma funcionária do banco esteve na agência e constatou que pelo menos um dos caixas estava diferente do habitual. Dos demais, dois estariam funcionando normalmente enquanto que os outros dois também existe a suspeita de adulteração.

Neste momento os PMs Eliester e Vieira estão preservando o local aguardando a chegada dos peritos da Polícia Científica para avaliar os equipamentos. Como não se tem certeza quais caixas foram adulterados, por precaução todos estão interditados. Os clientes estão sendo orientado a voltar ao banco só depois que for realizada a perícia técnica.

Perícia constata que apenas um caixa foi adulterado
Os peritos Marcos e Glauca, da Polícia Científica, estiveram na agência do Bradesco e constataram que apenas um dos cinco caixas foi adulterado pelos criminosos que instalaram um apetrecho eletrônico, conhecido por ‘chupa-cabra’.

Diferentemente do que fizeram em agosto do ano passado no banco Santander (leia aqui), quando substituíram toda a tela do caixa eletrônico por um notebook acoplado com um chip de celular que possibilitava transmitir os dados via internet, dessa vez os estelionatários substituíram o leitor de cartão por outro equipamento que, provavelmente, eles voltariam para retirar e, assim, furtar os dados dos clientes que utilizassem aquele terminal.

Técnicos do banco acompanharam o trabalho dos peritos e, logo após, começaram o trabalho de manutenção dos caixas eletrônicos que já seriam liberados para a utilização dos clientes.

O equipamento foi aprendido pela polícia e passará por perícia para tentar, através de impressões digitais, além de imagens do sistema de monitoramento, identificar os estelionatários.
O caixa suspeito de adulteração
Esse caixa estaria funcionando normalmente
Dos cinco caixas, três são suspeitos de terem sido adulterados
A PM está no local aguardando a percícia
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Sobre Sergio Santos

Jornalista, radialista e publicitário. MTB 51.754/SP.
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