Servidores públicos não aceitam proposta e negociação com a Prefeitura continua

Assembléia foi na garagem. Por aclamação, servidores recusaram a proposta da prefeitura/Foto: Sérgio Santos.
Em assembleia realizada na manhã desta sexta-feira (24), por aclamação, os funcionários públicos municipais de Pilar do Sul não aceitaram a proposta de 15% de reposição salarial e de 3% de aumento real proposto pela Prefeitura Municipal e a negociação de reivindicações continua.

Os funcionários, através do Sindicato dos Servidores Públicos, reivindicam uma reposição salarial de 30%, referentes às perdas inflacionárias dos anos de 1997, 1998, 2002 e 2003, cujos percentuais inflacionários não foram repassados aos salários dos servidores.

Em uma reunião no dia 22 de maio, entre a diretoria do Sindicato e a prefeita Janete Carvalho (PSDB), o sindicato propôs que o percentual fosse dividido em três parcelas anuais de 10% a serem concedidos nos anos 2014, 2015 e 2016, além de aumento real de 10% ainda este ano. Por sua vez, a prefeita Janete, alegando problemas financeiros e orçamentários, além dos limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, propôs uma reposição de 15% em três parcelas anuais para os anos 2014, 2015 e 2016, além de um aumento real de 3% para o mês de outubro de 2013, proposta, agora, recusada em assembléia pelos funcionários.

Segundo Pedro Samuel de Camargo, presidente do sindicato, uma nova reunião deverá ser agendada com a prefeita para continuar as negociações, até que cheguem a um acordo final e o impasse seja resolvido. Caso não haja um avanço nas negociações, o sindicalista não descarta a possibilidade de uma greve.

A prefeita Janete informou que seu gabinete ficará a disposição dos funcionários públicos e do sindicato e que as negociações continuam. Disse que é de sua vontade melhorar, dentro dos limites legais, as condições de trabalho dos funcionários, valorizar a classe trabalhadora e atender as reivindicações do funcionalismo, da melhor forma possível, mas que muitas das vezes sua vontade esbarra no aspecto financeiro e na legislação.

Além do aumento salarial, o Sindicato tem uma pauta com outras reivindicações como melhoria nas acomodações e refeitório da garagem municipal, que já está sendo feito pela administração; plano de carreira; seis faltas abonadas durante o ano; uma folga mensal para os servidores que trabalham no sistema de 12 horas trabalhadas, com 36 horas de descanso; licença maternidade de 180 dias; reestruturação da lei do quadro, que dispõe sobre a estrutura de cargos e salários; entre outras, sendo que algumas delas já estão sendo atendidas pela administração.
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Sobre Sergio Santos

Jornalista, radialista e publicitário. MTB 51.754/SP.
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18 comentários:

Anônimo disse...

ENGRAÇADO ESSE POVO PILARENSE.ENQUANTO UNS QUERERM TRABALHAR E NÃO PODEM,OS QUE PODEM NÃO APROVEITAM,FICAM FAZENDO GREVE

Anônimo disse...

Ta faltando inteligência pro representante do sindicato!!! Fecha nos 15% + 3% de aumento real depois volta a pressionar a prefeitura....Fala sério amigão, que que vc ta fazendo ai? Resolve as coisas, se não ajuda, por favor não atrapalha. Eu não sou funcionário público, entretanto, vejo que vc não tem futuro no teu cargo. Começa a rever teus conceitos.

Anônimo disse...

CONCORDO PLENAMENTE COM O COMENTARIO ACIMA..........

Anônimo disse...

tanta gente precisando de trabalho e nao tem depois de 12 anos vem fazer greve vai trabalhar na roça nao ta contente tem gente que vai ficar tendo um emprego ai no seu lugar .

Anônimo disse...

e mesmo tem muitas gente querendo trabalhar e esse povo fika fazendo greve ai

Cleber Camargo Sou SUD sou Feliz disse...

povo sem comunicação e sem entendimento, se coloquem no lugar de um representante direto do sindicato como tal cidadão acima e tente rever vocês os seus conceitos, troquem com ele por 1 mês e vejam se aguentam as pressões de 4 cidades com grandes potenciais como as representadas pelo SINDPUB, e gozado como dizem q funcionário da prefeitura não trabalha, agora vocês dizem que tem gente querendo trabalhar e gente em greve, participem das provas, façam os concursos e torçam para serem chamados e verem o quão maravilhoso é ser um funcionário. Bando de sem ter o que fazer, por isso ficam bisbilhotando e comentando coisas que só tentam denigrir a imagem de um bom cidadão.

Anônimo disse...

quem trabalha em prefeitura nada mais é mais que sua obrigação trabalhar ,esse senhor cleber camargo tem que rever melhor seus conceitos,alias,ninguem falou de sindicancia,preste bem atenção nos comentários

Cleber Camargo Sou SUD sou Feliz disse...

viu fera, seja homem e saia do anonimato, dê a cara a tapa como o senhor presidente do SINDPUB deu e eu também, se defende suas teses, seja homem também para dizer quem é você, enquanto isso, não haja como rato ficando de tocaia ai deferindo palavras inadequadas e acusações sem fundamento contra os serviços prestados, reveja você seus conceitos se revelando ai tá certo? tenha um bom dia anonimo.

Professora Sheila disse...

Concordo plenamente com o senhor Cleber fazer greve não tem nada haver com vadiagem e sim direito de lutar pelos seus , funcionários públicos estudaram para passar em um concurso..gente sem noção...que políticagem hein...

Anônimo disse...

Quem nao reclama de salario para seu chefe é porque tem medo.
Se todos os empregados concorda tem q ter greve sim
O salario de todos deveria ser automatico,quando os politicos tivese aumento todos teriam tambem.

Anônimo disse...

Não se esqueçam de quem paga pela falta dos serviços pela greve são as famílias pilarenses, muitas na maioria carentes de serviço publico.
Sempre há oportunidade para negociação sim, para isso existem ótimos sindicalistas preparados, imparciais, honestos, trabalhadores, decentes, aptos a negociaição, que não são intransigentes, que buscam o bem dos trabalhadores através do diálogo e da negociação.
É justo e merecido o aumento solicitado além da adequação salarial pois infelizmente nossos funcionário públicos ganham muito pouco mesmo. Não é deixar de lado comentar que também existem alguns (apenas alguns, sem generalizar) que entraram no famoso cabide para aguardar a aposentadoria e não estão no mesmo patamar de nossos valoroso funcionários publicos e que acabam atrapalhando a opnião publica sobre esta classe excencial para a sobrevivência do município. Queridos amigos servidores, voces são merecedores de um bom salário sem dúvida mas não se deixem levar por ações que podem ter conequencia para muitas famílias pilarenses, famílias carentes e desprovidas de poder financeiro para atender suas necessidades. Lembrem-se que é facil para quem tem dinheiro zombar do servidor quando pode contratar máquina, colocar seu lixo na caçamba de uma Hilux e jogar a beira da estrada, ir a um médico particular, colocar o filho em escola particular e por ai vai.
Toda liberdade é acompanhanda de uma responsabilidade. Se a greve for considerada ilegal (não estou julgando apena pressupondo) os trabalhadores podem perder os direitos legais ou até sofrer futuramente. Amigos, lutem sim por seus direitos mas lembrem-se do direito do próximo. Só para elmbrar que trabalhadores das creches e professores são funcionários publicos e se aderirem a greve quem vai .............................................??????? Assina Pedro Drumont Santos - metalurgico aposentado morando a um ano em Pilar do Sul.

Anônimo disse...

PARABÈNS senhor Pedro,falou bonito,com sensatez,fez toda a diferença!

Cleber Camargo Sou SUD sou Feliz disse...

Cara, enquanto tu nao der a cara realmente a tapa e continuar com esses argumentos infantis nao destinarei palavras a vossa excelencia, guardo-as para quem realmente mereça ouvir meus pensamentos e ver minhas ações. Passar bem senhor Drumont.

Anônimo disse...

Caro Cleber.

Dar a cara é um termo chulo dirigido a quem quer confronto. Não quero confronto nenhum, até porque da minha cama não posso sair agora, quem sabe daqui a 6 mese podemos tomar um café um minha chácara. Aceita o convite.
Creio que não o ofendi e nem falei argumentos infantis. Creio que verdade doi em alguns mas iso é a democracia que começa com a liberdade de expressar-se. Não me chame de vossa excelência pois não me cabe esse chamamento. Deixe para chamar de "Vossa Excelência" os políticos. Sou apenas um trabalhador aposentado em busca de paz nessa linda cidade que eu amo chamada Pilar do Sul. Uma terra linda e acolhedora, abençoda por Deus. Fica na paz meu jovem e bom trabalho.
Um abraço também aos funcionários públicos de Pilar do Sul que sempre são agradáveis e respeitosos comigo.

Cleber Camargo Sou SUD sou Feliz disse...

Agradeço a gentileza das palavras e também vosso convite, mas a questão "cara a tapa" meu caro, é de proferir palavras sem medo de receber respostas, mostrando-nos quem é a sua pessoa, não sou de dar palavras no blog do companheiro Sérgio Santos, mas quando diz-se sobre o SINDPUB e seus funcionários, me sinto no direito de os defender, pois estou direta ou indiretamente envolvido, e sei das lutas e batalhas que passa esse Sindicato, o qual foi sofrido para estar hoje em funcionamento, estimo melhoras para o senhor e tenha a certeza de que minhas palavras são sinceras aqui. Passar bem, deixo também meu abraço á todos os funcionários...

Anônimo disse...

Quem quer ser conhecido tudo bem eu não preciso de merchan. Aliás meu amigo uso sim o meu nome e não coloco a foto pois não quero aparecer realmente. Mas ajudo muito os meus amigos trabalhadores pois tenho grandes influências em Brasília e São Paulo. Um dia eu te levo para ver o que é sindicância lá junto da FORÇA.
Acabo por aqui meus comentários.

Anônimo disse...

Acho que além do salário seria primordial , levarxem conta a saúde dos servidores ,muitos trabalham em local insalubre, sem janelas e com mofo , enquanto " alguns" tem o privilégio de ar condicionado, acho que essa diferença de condições entre cargos é um grande desrespeito ao trabalhador.

Anônimo disse...

Acho que além do salário seria primordial , levarxem conta a saúde dos servidores ,muitos trabalham em local insalubre, sem janelas e com mofo , enquanto " alguns" tem o privilégio de ar condicionado, acho que essa diferença de condições entre cargos é um grande desrespeito ao trabalhador.

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