Exclusivo: Assassinos do taxista Joãozinho do Caxangá são condenados a 26 anos de reclusão

André e Denise/Foto cedida: POLÍCIA CIVIL/Arquivo.
Os assassinos do taxista João Soares Sobrinho, o Joãozinho do Caxangá, morto em 3 de setembro de 2012, foram condenados a penas que ultrapassa 26 anos de reclusão, acusados de latrocínio (roubo seguido de morte).

A sentença da juíza da comarca de Pilar do Sul, Karina Jemengovac Perez, foi proferida no dia 21 de julho, último. André de Oliveira, de 21 anos, foi condenado a cumprir 25 anos, 11 meses e 3 dias de reclusão enquanto que sua companheira, Denise Aparecida Monteiro, de 22 anos, teve a pena fixada em 26 anos e 8 meses, ambos terão que cumprir a pena em regime inicial fechado.

O processo tramitou em segredo de justiça total e apenas nesta sexta-feira (12/09) a reportagem do Blog do Sérgio Santos teve acesso, com exclusividade, a íntegra da sentença condenatória.

Joãozinho do Caxangá, 65 anos, foi encontrado morto (leia aqui) dentro do seu taxi em uma estrada rural no Bairro da Lavrinha, zona rural de Pilar do Sul, em meio a uma plantação de eucaliptos.

Segundo a sentença, o casal ajustou uma corrida e ao chegar ao local André, que estava no banco de trás, rendeu o taxista, anunciou o assalto e golpeou a vítima no pescoço. Depois, junto com a mulher, roubou a carteira, um celular e R$ 290, em dinheiro, e, antes do fugir do local do crime, André ainda desferiu outros dois golpes no pescoço do taxista.

A pena para este tipo de crime é de 20 a 30 de reclusão e é estabelecida levando em consideração as agravantes, nesse caso, o fato da vítima ser maior de 60 anos e pelo meio cruel empregado, que dificultou a defesa da vítima, e as atenuantes, no caso de Denise, a primariedade, e no de André, ser menor de 21 anos, quando praticou o crime. Outro fator que pesou contra André é que ele é investigado como suspeito de assassinar outra pessoa.

Família satisfeita com a pena
Cientes de que a condenação dos assassinos não trará o ente querido de volta, a família de João Soares Sobrinho ficou satisfeita com a pena aplicada aos réus. Um familiar, que prefere não se identificar, disse que o sentimento é que a Justiça foi feita. Agradeceu o empenho da promotora, Dra. Luciana Abramovich, da juíza, Dra. Karina, e dos policiais e a solidariedade de todos prestadas no momento difícil pelo que passaram.

Relembre o caso - Clique no links abaixo:

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Sobre Sergio Santos

Jornalista, radialista e publicitário. MTB 51.754/SP.
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7 comentários:

Anônimo disse...

ainda e pouco devia cumpri esses ano
e depois i pra pena de morte

Anônimo disse...

concordo

Anônimo disse...

Parabéns ao Judiciário, pelo Belíssimo trabalho desenvolvido em Pilar do Sul.Meus aplausos pela Sentença aplicada a esses meliantes. Sociedade Pilarense vamos guardar bem o rosto desses assombrosos!

Anônimo disse...

Deveria valer a pena de Morte para esses insanos....

Anônimo disse...

O Judiciário de Pilar do Sul está de parabéns pois está desenvolvendo um belíssimo trabalho.Meus aplausos pela condenação desses MELIANTES!!!!! Sociedade Pilarense guardem bem estes rostos, pois não merecem o mínimo do nosso respeito.

Anônimo disse...

Nossa essas foram a verdades dos fatos deste caso.Que crueldade tirar a vida de uma pessoa por R$ 290 E UM CELULAR, meu DEUS que País é esse? Ainda bem que temos este BLOg sério para esclarecer o que de início não compreendemos.

Anônimo disse...

Que INDIGNAÇÃO! Nada justifica tirar uma vida. Isso é revoltante. Está na hora de rever a Pena de Morte para este País.

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