IDEB: Masajiro é a melhor escola da cidade enquanto que Rechineli fica em último


O Ministério da Educação (MEC), através do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), divulgou na última sexta-feira (05) o resultado do IDEB - Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, referente ao ano 2013. O IDEB avalia a qualidade do ensino nas escolas em todo o país, através de análise do nível de aprendizado e de evasão escolar, ou repetência, e serve de parâmetro para planejamento de ações pedagógicas e investimentos que resultem na melhoria da qualidade da educação em nosso país. 

Diferentemente do que foi constatado nos anos 2009 e 2011, o IDEB 2013 demonstra que a desigualdade da qualidade do ensino nos anos iniciais (ensino fundamental, 1° ao 5° ano) entre as escolas do centro e dos bairros, da rede municipal de educação de Pilar do Sul, diminuiu.

O destaque positivo foi a escola Masajiro Ogawa, localizada na zona rural, no Bairro do Pinhalzinho, que alcançou nota 7,5 e deixou muito para trás a escola Maria de Lurdes Oliveira Iha, no centro, que detinha, até então, o melhor rendimento do IDEB. O Iha alcançou nota 5,9 e, além de perder o título de melhor escola da cidade, não alcançou a meta estipulada pelo Plano Nacional da Educação (PNE), que era 6,3.

A escola Masajiro já tinha obtido em 2011 um índice surpreendente e empatado com o Iha, ambos com nota 5,9. Em apenas 4 anos, o IDEB da escola Masajiro saltou de 5,3 em 2009 para 7,5 em 2013. 

Já nas escolas da rede estadual, anos finais do ensino fundamental (6° ao 9° ano), a desigualdade entre as escolas do centro e dos bairros continuam. Com nota 4,8 as escolas estaduais não atingiram a meta de 5,1 estipulada pelo PNE.

Na rede estadual a escola Ver. Odilon Batista Jordão segue soberana frente as demais com a melhor avaliação do IDEB. O Odilon alcançou nota 5,6 superando a meta de 5,4.

Já a escola Profa. Maria Aparecida Rechineli Modanezi, no bairro Santa Cecília, repetiu 2009 e 2011 e, mais uma vez, ficou em último lugar na avaliação, que leva em conta o aprendizado do aluno e a evasão escolar, ou repetência. O desempenho do Rechineli foi de 3,9 bem distante da meta estipulada pelo PNE de 4,5.

Integrante da rede municipal, a escola Saturnino Dias de Góes, no Bairro da Paineira, assim como aconteceu em 2011, não aparece na avaliação do IDEB deste ano. A escola não tinha o número mínimo de alunos exigidos pelo MEC para participar da Prova Brasil, um dos componentes da pesquisa e, portanto, não foi avaliada.

O IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) foi criado em 2007 para medir a qualidade de cada escola e de cada ensino e para que pais e responsáveis acompanhem o desempenho da escola de seus filhos.

O índice é medido a cada dois anos e o objetivo é que o país, a partir do alcance das metas municipais e estaduais, tenha nota seis até 2022. Correspondendo à qualidade do ensino em países desenvolvidos.

Assim, para que o IDEB de uma escola ou rede cresça é preciso que o aluno aprenda, não repita o ano e frequente a sala de aula.

Visão geral sobre o Ideb
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) representa a iniciativa pioneira de reunir num só indicador dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: fluxo escolar e médias de desempenho nas avaliações. Ele agrega ao enfoque pedagógico dos resultados das avaliações em larga escala do Inep a possibilidade de resultados sintéticos, facilmente assimiláveis, e que permitem traçar metas de qualidade educacional para os sistemas. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar, e médias de desempenho nas avaliações do Inep, o Saeb – para as unidades da federação e para o país, e a Prova Brasil – para os municípios.

Com o Ideb, ampliam-se as possibilidades de mobilização da sociedade em favor da educação, uma vez que o índice é comparável nacionalmente e expressa em valores os resultados mais importantes da educação: aprendizagem e fluxo. A combinação de ambos tem também o mérito de equilibrar as duas dimensões: se um sistema de ensino retiver seus alunos para obter resultados de melhor qualidade no Saeb ou Prova Brasil, o fator fluxo será alterado, indicando a necessidade de melhoria do sistema. Se, ao contrário, o sistema apressar a aprovação do aluno sem qualidade, o resultado das avaliações indicará igualmente a necessidade de melhoria do sistema. O Ideb vai de zero a dez.

O Ideb também é importante por ser condutor de política pública em prol da qualidade da educação. É a ferramenta para acompanhamento das metas de qualidade do PDE para a educação básica. O Plano de Desenvolvimento da Educação estabelece, como meta, que em 2022 o Ideb do Brasil seja 6,0 – média que corresponde a um sistema educacional de qualidade comparável a dos países desenvolvidos. (Fonte: Portal IDEB).
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Sobre Sergio Santos

Jornalista, radialista e publicitário. MTB 51.754/SP.
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16 comentários:

Anônimo disse...

Há há há há.

Mostrando o resultado das provas para os alunos. rs rs rs
Hilda faz é milagre com as condições que recebe e com o perfil dos alunos.

Anônimo disse...

Parabens,a escola Masagiro Ogowa,uma excelente escola tive o prazer de estuda nessa,escola. Hoje tenho 25 anos,e ainda essa pra mim e a melhor,meus sobrinhos estudaram nessa escola,e excelente a educacao o ensino,e hoje e tao dificil ver uma escola sempre com mesmo desempenho,Parabens mesmo essa escola merece,e serve de exemplo para outras...

Anônimo disse...

Notas não definem melhor escola em, estudei no Rechineli e no Odilon! e sinceramente Rechineli tem melhores plataformas para estudo salas limpas, professores e diretores excelentes por sua vez o Odilon é imundo e a falta de professores é demais. Formei-me ano passado! Mas eu parabenizo as escolas do município que estão bem

Anônimo disse...

Para os governantes são só números, poucos são o que sabem a realidade das salas de aula e nós professores somos responsabilizados por todos os índices.
Deveria existir índices que medissem a competência de governantes e de responsabilidade dos pais omissos que encaram a escola como depósito de gente.

Anônimo disse...

Parabéns para a escola "Masajiro Ogawa !!.
Não estou desvalorizando escola alguma, pois acho que todas tem o potencial para ter notas exemplares independentemente do seu local, condições e perfis.
Bom, é mais fácil criticar do que elogiar e reconhecer o esforço dos alunos dessa escola, que na qual a maioria acorda muito cedo para pegar ônibus independente da distância que tem para andar ate o ponto e do tempo que esta, chegando já cansados mas sempre dispostos a aprender. Esta escola é maravilhosa, com qualidade de ensino e grande competência dos professores e excelentes funcionários.
Novamente parabenizo á todos desta escola !!

Anônimo disse...

Pra falar a verdade estudei muitos anos no Rechineli, e meu índice de desenvolvimento e melhores notas foram lá que consegui, estudo atualmente no Odilon, e de minha parte não chega nem as pês de ensino de qualidade do Rechineli! "Quem faz a escola é o ALUNO" e números são só números!

Anônimo disse...

Claro que quem faz a escola são os alunos e que resulta é em notas....naum cabem anós ficar julgando o povinho que só sabe julgar....aqui naum interessa a escola e sim os alunos e claro os professores...concordo que é responsabilidade dos professores "educar" mais também dos alunos em quere aprender !

Anônimo disse...

É vdd kem faz a escola é o Aluno
Meu filho estuda na escola Rechineli
E tem notas ótimas e já é a segunda vez ke se classificou na prova do OBMEP
ENTAO SERA KE A ESCOLA É RUIM TIPO OS PROFESSORES ETC...

Anônimo disse...

Parabéns a todas as escolas do nosso municipio. Parabéns em especial a escola Masagiro que como eu conheço pois meus filhos estudaram lá e tem professores sérios e comprometidos com os alunos. Por isso a escola vem se tornando destaque .

Anônimo disse...

BEIJINHO NO OMBRO PRO RECALQUE PASSAR LONGE!!!!! KKKK

Anônimo disse...

Realmente quem faz a escola é o ALUNO!
Sim, tivemos um índice baixíssimo, mas esse número não representa o que a escola realmente é!
Mostrar apenas números e fácil!
Já reparou Sergio Santos, que você não publicou as conquistas dos alunos, não só as dos alunos da escola Rechineli, mas como as demais também!
Você adora criticar a escola Rechineli, mas quero te fazer umas pergunta, você sabe me dizer como é o dia-a-dia lá dentro? Você conhece as dificuldades e qualidades dos alunos?
Olha, eu digo isso pois sou totalmente grata a essa escola, foi com aqueles professores que lutam todos os dias por um ensino melhor, que hoje, sendo ainda menor de idade, já conquistei muitas coisas em minha vida.
E com o incentivo que a escola nos dá, pretendo ir mais longe.

Anônimo disse...

Parabéns à vocês que criticam, mas não movem uma unha para mudar o ensino no Brasil!
Tenho orgulho em dizer que estudo na Escola Rechineli, e mais ainda em dizer que tudo que sou hoje tive um enorme apoio de meus professores.
Falem o que quiser, mas não vai ser uns números que irá mudar minha opinião sobre essa escola.

Anônimo disse...

Parabéns á todas as escolas e realmente quem faz a escola é o aluno e realmente o que eu não achei legal foi falar que uma escola é a melhor da cidade e a outra ficar em último, todas as escolas são ótimas e a escola em que estudo não ficou em primeiro mas mesmo assim não são números que irão mudar minha opinião sobre ela(concordando com o anônimo das 22:21!!
E também cada.escola tem a sua maneira de ensino!!

Anônimo disse...

Primeiramente parabenizo todas as escolas da cidade nao so por esse tal estudo mas sim por ser a oportunidade de tornar crianças e adolescentes cidadaos melhores , como li nos diversos comentarios acima , quem faz a escola sao os alunos , tambem os professores e toda a comunidade. E facil dizer q uma escola e boa ou ruim provando isso com numeros, dificil e ver gente q faz parte da politica como vereadores , prefeitos e governadores q se dizem "preocupados com a educaçao" entrarem numa sala de aula e encararem os desafios q os professores enfrentam junto com os estudantes. Entao por favor , menos hipocrisia e ignorancia , um simples estudo do inep nao mostra a realidade da educaçao brasileira e outra , e mais facil mascarar a verdade do que estar frente a frente dela.

Anônimo disse...

Ja estudei no pinhal e amo aqurla escola agora estou no odilon um prazer nao me arrependo amoooo

Anônimo disse...

Estudei na EE Vereador Odilon Batista Jordão de 1991 a 1999. Minha primeira professora era a "tia Leone", de quem nunca mais tive notícias. Tive aulas com a Sras. Rosana Paiotti, de Português, Sula, de Biologia, Vera Mazzer, de Geografia, Ivete Balduíno, de História, dentre outras. Meus pais eram agricultores e, dentre outras dificuldades, eu percorria 6km de bicicleta para pegar o ônibus escolar. Existiam problemas, não há como negar, mas devo agradecer o incentivo e apoio de alguns profissionais. Entre os já citados, não posso deixar de registrar a gratidão que tenho por uma Senhorinha japonesa da biblioteca (kiyoko), de quem poucos gostavam, mas que me deu um incentivo para a leitura. Mudei-me de Pilar do Sul em 2000, o tempo passou, estudei Direito, no Largo de São Francisco, na USP. Hoje, tenho uma vida confortável graças ao estudo e ao esforço de meus pais e de grandes profissionais. Tenho vontade, um dia, de voltar ao Odilon e conversar com algumas dessas pessoas. Reconheço as dificuldades dos jovens, mas o principal caminho para quem nasceu pobre como eu é o ESTUDO e o SONHO de querer voar alto.
Parabéns Sérgio pela página e pelo espaço concedido. Um abraço a todos.

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