Apenas quatro lotes são vendidos e Prefeitura vai reavaliar e marcar novo leilão

Três lotes foram vendidos no Jd. Campestre / Foto: Divulgação.
Aconteceu ontem (27) o leilão público para a venda de lotes da Prefeitura Municipal de Pilar do Sul (aqui).

Dos 38 lotes ofertados, apenas quatro, três no Jardim Campestre e um no Jardim Pinheiro, foram arrematados.

O valor total dos lotes foi de R$ 215mil, sendo que dois deles foram parcelados em 12 pagamentos e outros dois em quatro. Dois lotes foram arrematados por R$ 40 mil, cada, e os outros dois por R$ 75 mil e R$ 60 mil.

“O resultado do leilão ficou bem abaixo da nossa expectativa que era vender, pelo menos, a metade desses lotes”, avaliou Juarez Marcio Rodrigues, secretário de negócios jurídicos e tributários da prefeitura.

“Agora vamos reavaliar o termos do leilão, como preço e quantidade de parcelas, enviar uma nova lei para a câmara e, sendo autorizado pelos vereadores, marcar uma nova data para fazer um novo leilão”, disse Rodrigues.

O secretário informou que o dinheiro arrecadado com a venda dos lotes será depositado em uma conta específica e só utilizado para o fim que a lei autorizou, ou seja, para investimentos no parque industrial, no aterro sanitário e em projetos habitacionais.
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Sobre Sergio Santos

Jornalista, radialista e publicitário. MTB 51.754/SP.
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5 comentários:

Anônimo disse...

Por isso comentei em outra matéria q os lotes não valiam oq estavam pedindo, quem tiver discernimento compra um no Parque Ayub, Marajoara, Colinas...

Anônimo disse...

E agora....Quem pagou o valor?!?
Vão alterar valores e condições... Prejudicou quem investiu!!!!

Anônimo disse...

Isso tava na cara com esses valores so rico, mesmo assim nao compraram nada

Anônimo disse...

E quem disse que pobre pode comprar lote?? Se nos que é pobre vai comprar uma TV manda parcelar em 10,12,15 vezes !!! Nós temos que esperar vender os lotes e sair os loteamentos populares,que teoricamente é para o pobres.

Anônimo disse...

Em vez de investir parte no zona industrial, porque não doa esta parte em lote aos mais pobres que não tem casa para morar, a maioria que ganhou terreno na zona industrial estão vendendo, pegam os terrenos dizendo que vão empregar tantos funcionários e depois vedem para outros, um exemplo é a zona industrial aos fundos do recinto de festa, quantas empresas de fora estão instalada nesse local, nenhuma, um terreno da quele porte era para gerar no minimo uns 2.000 a 3.000 empregos, hoje não passa de 20 ou 30 empregos, um absurdo.

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