Acusado de matar ex-mulher e nora, João Tigre vai a júri popular nesta quinta-feira


Réu é acusado de duplo feminicídio, duplamente qualificado, e pode pegar de 24 a 60 anos de reclusão

Será realizado nesta quinta-feira (09), a partir das 13h30 na Câmara Municipal de Pilar do Sul, a sessão do Tribunal do Júri para julgamento do caminhoneiro João Batista Gomes de Souza acusado de matar a ex-mulher, Claudelice Alves da Silva Souza, e a nora, Alessandra Gomes Vieira.

O réu, conhecido na cidade como João Tigre, foi denunciado pelo Ministério Público acusado de duplo feminicídio (crime praticado contra a mulher por razões da condição de sexo feminino), com as qualificadoras (agravantes) de motivo fútil e de utilização de recurso que dificultou a defesa das vítimas.

Segundo a denúncia, em 4 de dezembro de 2017, inconformado com a separação, João Tigre invadiu a casa do filho no Jardim Campestre II, onde a ex-mulher estava residindo, e desferiu diversos golpes de faca contra as mulheres, que não resistiram aos ferimentos e morreram no local.

O assassino tentou se suicidar, cortando pulsos, tornozelos e tórax, mas foi preso ainda no local. Com ferimentos apenas superficiais, depois de ser medicado na Santa Casa, ele foi conduzido à Delegacia e autuado em flagrante pelo delegado Milton Andreoli.

Se condenado, João Tigre, que está preso na Penitenciária de Tremembé-SP, pode ser sentenciado a cumprir uma pena que varia de 24 a 60 anos de reclusão.
João Tigre, preso no dia dos fatos / Foto: Arquivo / Sérgio Santos / Portal Pilar News.

Compartilhar no Google Plus

Sobre Sergio Santos

Jornalista, radialista e publicitário. Editor responsável pelo Blog do Sérgio Santos. Registro de Jornalista MTB 51.754 / SP.
    Comentar
    Comentar com Facebook

0 comentários:

Postar um comentário